Endometriose

Infertilidade: seis fatos e soluções que toda mulher deve saber

Esta com dificuldades para engravidar? Diversos fatores podem influenciar na concepção. Entenda alguns deles.

Publicado em 29 de janeiro de 2016Atualizado em 13 de fevereiro de 20254 min de leitura
Infertilidade: seis fatos e soluções que toda mulher deve saber

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada cinco casais enfrenta problemas para engravidar, precisando de ajuda especializada para realizar o desejo de ter um bebê. No Brasil, o número de casais inférteis gira em torno de oito milhões. Vale lembrar que só se considera infertilidade quando o casal está tentando regularmente engravidar durante um ano todo, sem sucesso. Nesse caso, a ajuda especializada pode resolver o problema tanto a partir de um aconselhamento, quanto através de técnicas sofisticadas de fertilização assistida.

De todo modo, confira seis fatos que toda mulher deve saber sobre a infertilidade:

 

1 – Alguns problemas de infertilidade podem ser evitados através de uma conduta sexual consciente – Cerca de 35% dos casos de infertilidade feminina estão relacionados a problemas tubários.

As infecções pélvicas estão entre as principais causas de obstrução das trompas, ao lado da endometriose e das aderências pós-cirúrgicas. Essas infecções podem ser evitadas com o uso de preservativo em toda relação sexual. Só assim a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis pode diminuir e, consequentemente, todos os problemas decorrentes, como a infertilidade.

 

2 – Se a mulher não consegue engravidar, não quer dizer que o problema esteja somente com ela – Em geral, as causas da infertilidade de um casal estão distribuídas igualmente entre homens e mulheres (por volta de 35% cada), além de um percentual referente à infertilidade sem causa aparente.

Apesar de raro, também pode acontecer de não haver nenhum problema com a mulher nem com o homem, e sim com eles como casal. Ou seja, com outros parceiros a gravidez talvez fosse alcançada.

 

3 – Nenhuma mulher deve sofrer em silêncio. Consultar um especialista pode ajudar a resolver o problema mais rapidamente

Muitas mulheres em um relacionamento estável costumam ter expectativas quanto à gravidez. Mesmo sem falar nada para ninguém, elas passam a sofrer silenciosamente quando sabem que não estão usando qualquer método contraceptivo e ainda assim não engravidam. Há, inclusive, quem passe anos tentando ter um bebê, sem sucesso.

É importante saber que hoje há muitas clínicas especializadas em fertilização assistida e que nem sempre é necessário fazer um tratamento complexo para chegar ao resultado desejado. Portanto, se as tentativas já ultrapassaram um ano, é interessante buscar ajuda especializada e não prolongar mais o sofrimento por causa de uma dúvida.

 

4 – Conheça seu corpo – Desde sempre é importante que a mulher conheça bem o seu corpo.

Quem tem vinte e poucos anos, todo mês tem entre 20% e 25% de chance de engravidar. Dos 30 aos 34 anos, as chances caem para 15% ao mês. Depois dos 35 anos, para apenas 10%. Apesar de esses números serem um pouco assustadores, é importante que a mulher que deseja engravidar preste atenção ao período menstrual e principalmente à ovulação – que é quando ela realmente pode ser bem-sucedida.

 

5 – Quem tem mais de 35 anos e tentou engravidar por seis meses sem sucesso não deve esperar muito para buscar ajuda especializada

Não é fácil admitir a existência de um problema. Principalmente hoje em dia, quando uma pessoa com 35 anos está no auge do sucesso profissional – e durante uma das fases mais competitivas nesse sentido, inclusive. Do lado pessoal, tem muita gente que adiou planos de vida em comum para essa época. E é justamente quando as coisas podem se tornar difíceis em termos de formar uma família. Sendo assim, quanto mais cedo se identificar, aceitar e tratar o problema, melhor. Hoje em dia, a Medicina Reprodutiva está muito avançada e conta com inúmeros recursos para tratar a infertilidade de um casal.

 

6 – Nem todo mundo que recorre a uma clínica de fertilização assistida terá um “bebê de proveta”

Esse termo largamente usado nos anos 80 já caiu em desuso. Mas é fato que a fertilização in vitro não é indicada para todos os casais. Além de a paciente às vezes precisar somente de um ‘empurrãozinho’, com regulação de vitaminas, hormônios, dieta etc., pode ser necessário seguir com tratamentos mais complexos, como a indução da ovulação, transferência de gametas, inseminação artificial por doador, doação de óvulos, injeção intracitoplasmática de espermatozoides, fertilização in vitro etc. O importante é saber que há várias formas de alcançar o desejo de ter um filho e não desanimar.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endometriose

Sua consulta

Pronto para dar o próximo passo?

Quer avaliar o seu caso com nossa equipe? Agende uma consulta e receba um plano individualizado.

Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 18h