Dúvidas sobre reprodução assistida em Curitiba

Perguntas frequentes sobre fertilidade e tratamentos

Reunimos aqui as dúvidas mais comuns sobre reprodução assistida, FIV, congelamento de óvulos, convênios e como funciona o atendimento na Feliccità. Se a sua pergunta não estiver aqui, nossa equipe responde pelo WhatsApp.

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Primeira consulta

Após 12 meses de tentativas sem gravidez, ou após 6 meses se a mulher tiver mais de 35 anos. A avaliação também é indicada de imediato em casos de ciclos irregulares, endometriose, cirurgias pélvicas, abortos de repetição ou alteração conhecida no espermograma.

O médico ouve sua história clínica, revisa exames já realizados, faz o exame físico e a ultrassonografia quando indicada, e define quais exames complementares são necessários. Ao final, você recebe uma orientação clara sobre os próximos passos.

Sim, sempre que possível. A investigação de fertilidade envolve os dois parceiros e cerca de 40% dos casos têm fator masculino associado. Se não for possível, a consulta pode ser feita individualmente e o parceiro é avaliado depois.

Leve todos os exames de sangue, hormonais, ultrassonografias, espermogramas e relatórios de tratamentos anteriores que você já tenha, mesmo antigos. Isso evita repetições e acelera o diagnóstico.

Não é obrigatório, mas consultas entre o 2º e o 10º dia do ciclo facilitam a avaliação da reserva ovariana por ultrassonografia. Se estiver fora dessa janela, o agendamento pode ser feito normalmente.

Depois de 12 meses de tentativas sem sucesso, ou 6 meses se a mulher tiver mais de 35 anos. Diante de ciclos irregulares, endometriose, alterações no espermograma ou cirurgias prévias, a avaliação pode ser antecipada.

Saiba mais sobre Quero engravidar

É uma consulta de avaliação do casal ou da pessoa: histórico clínico completo, revisão de exames já realizados e solicitação dos exames necessários. A partir do resultado, a equipe apresenta as opções de tratamento com chances reais para o seu caso.

Saiba mais sobre Quero engravidar

Não. Em muitos casos o coito programado ou a inseminação intrauterina resolvem, com menor custo e menor complexidade. A FIV é indicada quando há fator tubário, fator masculino severo, endometriose avançada, idade materna mais alta ou falha de tratamentos anteriores.

Saiba mais sobre Quero engravidar

FIV e ICSI

Na FIV clássica, o espermatozoide fecunda o óvulo espontaneamente no laboratório. Na ICSI, um único espermatozoide é injetado diretamente dentro do óvulo com micromanipulação. A ICSI é indicada principalmente em casos de fator masculino ou falha de fecundação anterior.

Não. A estimulação ovariana usa agulhas muito finas de aplicação subcutânea, com desconforto leve. A coleta dos óvulos é feita com sedação, sem dor, e dura cerca de 20 minutos. A transferência de embriões não exige anestesia e é semelhante a um exame ginecológico.

Cerca de 4 a 6 semanas, da primeira medicação até o teste de gravidez. A fase de estimulação leva de 8 a 12 dias, seguida da coleta, do cultivo embrionário de 5 a 6 dias e da transferência (imediata ou em ciclo posterior, com embriões congelados).

As taxas dependem sobretudo da idade da mulher e da qualidade dos embriões. Em mulheres até 35 anos, a chance de gravidez por transferência de embrião de boa qualidade é a mais alta e diminui progressivamente com a idade. Na consulta, o médico apresenta uma estimativa individual para o seu caso.

É uma incubadora com monitoramento contínuo por imagem (time-lapse) que acompanha o desenvolvimento dos embriões sem retirá-los do ambiente de cultivo. Isso mantém a estabilidade de temperatura e gases e ajuda a equipe a selecionar o embrião com maior potencial de implantação.

A legislação brasileira limita o número de embriões transferidos conforme a idade da mulher. A Feliccità prioriza a transferência de um único embrião de boa qualidade, o que reduz o risco de gestação múltipla sem comprometer as chances de sucesso.

O custo varia conforme o protocolo indicado para o seu caso, que só é definido após a avaliação inicial. Na Feliccità, apresentamos todas as opções com transparência na consulta, incluindo a possibilidade de parcelamento. O melhor caminho é agendar uma consulta e entender o que se aplica à sua situação.

Saiba mais sobre Fertilização in vitro (FIV)

Depende de fatores como idade, causa da infertilidade e resposta ao tratamento. Nossa equipe avalia cada caso individualmente e apresenta uma estimativa realista na consulta, sem falsas promessas.

Saiba mais sobre Fertilização in vitro (FIV)

A cobertura depende do plano e da cobertura contratada. Nossa equipe pode ajudar a verificar durante a consulta.

Saiba mais sobre Fertilização in vitro (FIV)

Não. A biópsia é realizada no estágio de blastocisto, quando são retiradas poucas células do trofectoderma, a parte que originará a placenta. A técnica é feita por embriologistas experientes e não compromete o desenvolvimento do embrião.

Saiba mais sobre Biópsia embrionária (PGT)

O PGT-A avalia alterações no número de cromossomos (aneuploidias). O PGT-M investiga doenças monogênicas específicas de histórico familiar. O PGT-SR é indicado quando um dos pais tem alteração estrutural nos cromossomos, como translocações.

Saiba mais sobre Biópsia embrionária (PGT)

Não garante, mas aumenta a chance de sucesso por transferência e reduz o risco de aborto, porque prioriza os embriões cromossomicamente normais.

Saiba mais sobre Biópsia embrionária (PGT)

Sim. Enquanto o resultado genético é processado, os embriões ficam vitrificados. A transferência é feita em um ciclo posterior, com o endométrio preparado.

Saiba mais sobre Biópsia embrionária (PGT)

Mulheres acima de 35 anos, casais com abortos de repetição, falhas anteriores de FIV, alterações genéticas conhecidas ou fator masculino grave.

Saiba mais sobre Biópsia embrionária (PGT)

Preservação da fertilidade

Sim. Com a técnica de vitrificação, a sobrevivência dos óvulos após o descongelamento é alta e as taxas de gravidez são semelhantes às obtidas com óvulos frescos da mesma idade. O fator mais determinante é a idade em que os óvulos foram congelados.

Antes dos 35 anos, idealmente entre 27 e 34 anos, quando a quantidade e a qualidade dos óvulos são maiores. Após os 37 anos o procedimento ainda é possível, mas normalmente exige mais óvulos congelados para alcançar o mesmo resultado.

Depende da idade e do objetivo reprodutivo. De forma geral, quanto mais jovem a paciente, menor o número necessário. A meta individual é definida na consulta, a partir da reserva ovariana avaliada por AMH e contagem de folículos.

Não há prazo de validade biológico conhecido. Em nitrogênio líquido a -196 °C, o metabolismo celular fica interrompido e os óvulos se mantêm com a mesma qualidade do dia do congelamento por muitos anos.

Não. A estimulação recupera óvulos que seriam naturalmente perdidos naquele ciclo. O procedimento não reduz a reserva ovariana nem altera a idade da menopausa.

Quanto antes o procedimento for feito, melhores tendem a ser os resultados, pois a qualidade dos óvulos diminui com o tempo. A idade ideal é avaliada individualmente na consulta, considerando a reserva ovariana de cada pessoa.

Saiba mais sobre Congelamento de óvulos

A vitrificação preserva os óvulos por tempo prolongado sem perda relevante de qualidade. As condições específicas de armazenamento são explicadas durante o acompanhamento médico.

Saiba mais sobre Congelamento de óvulos

Não é uma garantia, mas aumenta significativamente as chances ao preservar óvulos em uma fase de maior qualidade. Isso é explicado com clareza e honestidade na consulta inicial.

Saiba mais sobre Congelamento de óvulos

A estimulação ovariana costuma durar cerca de duas semanas. O tempo exato varia de pessoa para pessoa e é definido durante o acompanhamento médico.

Saiba mais sobre Congelamento de óvulos

Os óvulos vitrificados ficam no banco de gametas próprio da Feliccità, em condições controladas de temperatura e segurança, até o momento em que você decidir utilizá-los.

Saiba mais sobre Congelamento de óvulos

No congelamento de óvulos, o gameta feminino é preservado antes da fertilização. No congelamento de embriões, a fertilização já ocorreu e o embrião formado é preservado. O congelamento de embriões é mais comum após um ciclo de FIV, quando sobram embriões viáveis após a transferência.

Saiba mais sobre Congelamento de embriões

A vitrificação preserva os embriões por tempo prolongado sem perda relevante de qualidade. A legislação brasileira e as normas do CFM regulamentam o uso e o prazo de armazenamento dos embriões. As condições específicas são discutidas com a equipe médica no momento do congelamento.

Saiba mais sobre Congelamento de embriões

Com a técnica de vitrificação, a taxa de sobrevivência dos embriões ao descongelamento é muito alta, e os resultados de implantação são comparáveis aos embriões frescos. O processo é realizado pelos embriologistas da Feliccità com protocolo técnico rigoroso.

Saiba mais sobre Congelamento de embriões

Quanto mais cedo, melhor a qualidade e a quantidade de óvulos obtidos. Antes dos 35 anos os resultados são mais favoráveis, mas o congelamento pode ser realizado depois disso, com avaliação individual da reserva ovariana.

Saiba mais sobre Quero preservar minha fertilidade

Na maioria dos casos, sim. O Programa Acolher da Feliccità oferece atendimento prioritário e protocolos rápidos para preservação de óvulos, embriões ou sêmen antes do início da quimioterapia ou radioterapia, em articulação com a equipe oncológica.

Saiba mais sobre Quero preservar minha fertilidade

Depende do tipo e do estágio do câncer e do protocolo de tratamento. Em muitos casos, há uma janela de 1 a 3 semanas antes do início da quimioterapia. Existem também protocolos de emergência que permitem a coleta em poucos dias. Entre em contato com o Programa Acolher assim que receber o diagnóstico para avaliarmos o tempo disponível.

Saiba mais sobre Oncofertilidade (Programa Acolher)

Em geral, sim, especialmente para tumores não hormonodependentes. Para cânceres hormônio-sensíveis, como alguns tipos de câncer de mama, existem protocolos específicos de estimulação que minimizam a exposição ao estrogênio. Essa avaliação é feita em conjunto com o oncologista responsável.

Saiba mais sobre Oncofertilidade (Programa Acolher)

Depende do tipo de tratamento e do tempo decorrido. Em alguns casos sim, em outros a preservação já não é possível. Consulte nossa equipe assim que possível para avaliarmos as alternativas disponíveis.

Saiba mais sobre Oncofertilidade (Programa Acolher)

Baixa complexidade

É a colocação do sêmen preparado em laboratório diretamente dentro do útero, no período da ovulação. É um tratamento de baixa complexidade, feito em consultório, sem anestesia e com duração de poucos minutos.

Indicada para casais com trompas permeáveis, boa reserva ovariana e alterações leves do sêmen, além de casos de infertilidade sem causa aparente, produção independente e casais homoafetivos femininos com sêmen de doador.

Na inseminação a fecundação acontece dentro do corpo, nas trompas. Na FIV, a fecundação ocorre no laboratório e o embrião é transferido ao útero. A FIV tem taxas de sucesso por tentativa mais altas e é indicada quando há obstrução tubária, fator masculino importante ou falha da inseminação.

Em geral, até três ciclos. Se não houver gravidez, costuma-se reavaliar o caso e considerar a fertilização in vitro.

Não é uma garantia, mas aumenta as chances ao identificar com precisão o período fértil e otimizar o momento da relação sexual. As taxas de sucesso variam conforme a idade, a reserva ovariana e outros fatores avaliados na consulta.

Saiba mais sobre Coito programado

Em geral, recomenda-se de 3 a 6 ciclos antes de avaliar a indicação de inseminação intrauterina ou FIV, dependendo da idade da paciente e dos resultados dos exames. Essa decisão é tomada em conjunto com o médico.

Saiba mais sobre Coito programado

Não. Os exames de monitoramento são ultrassons transvaginais de rotina, sem desconforto significativo. A indução da ovulação é feita por uma injeção subcutânea simples. O tratamento não interfere na relação sexual em si.

Saiba mais sobre Coito programado

Endometriose e condições

Pode dificultar a gravidez, mas não impede. A endometriose gera inflamação pélvica, aderências e, em alguns casos, comprometimento da reserva ovariana. Muitas mulheres com endometriose engravidam naturalmente e outras alcançam a gravidez com tratamento adequado.

Não sempre. A indicação de cirurgia depende do estágio da doença, da dor, da localização das lesões, da idade e da reserva ovariana. Em muitos casos, partir direto para a FIV é a estratégia mais eficiente e preserva a reserva ovariana.

Sim. A FIV contorna o ambiente pélvico inflamado e é o tratamento com melhores resultados na endometriose associada à infertilidade, especialmente nos estágios mais avançados.

Pela combinação de história clínica (dor menstrual intensa, dor durante a relação, alterações intestinais no período menstrual), exame físico e exames de imagem, como ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal ou ressonância magnética de pelve.

Não impede, mas pode dificultar. A endometriose causa inflamação pélvica e aderências que interferem na fertilidade. Muitas mulheres engravidam naturalmente e outras alcançam a gravidez com tratamento cirúrgico ou reprodução assistida.

Saiba mais sobre Condições que afetam a fertilidade

Não necessariamente. Alterações de concentração, motilidade ou morfologia podem ser transitórias e devem ser confirmadas em novo exame. Mesmo em casos severos, técnicas como ICSI e recuperação cirúrgica de espermatozoides permitem a gravidez.

Saiba mais sobre Condições que afetam a fertilidade

Não. A investigação é justamente o papel da consulta: histórico clínico, exames de imagem e laboratoriais identificam as causas e definem se o caminho é clínico, cirúrgico ou por reprodução assistida.

Saiba mais sobre Condições que afetam a fertilidade

Fertilidade masculina

Sim. O fator masculino está presente em cerca de 40% a 50% dos casos, isolado ou associado ao fator feminino. Por isso a avaliação do homem faz parte da investigação desde o início.

A coleta é feita na clínica, por masturbação, após 2 a 5 dias de abstinência sexual. O exame avalia volume, concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides. Resultados alterados costumam ser confirmados com um segundo exame.

Sim. Dependendo da causa, o tratamento pode incluir mudanças de estilo de vida, correção hormonal, tratamento de varicocele ou infecções. Quando a alteração persiste, a ICSI permite a fecundação com um número muito pequeno de espermatozoides.

Em muitos casos, sim. Quando não há espermatozoides no ejaculado, técnicas de recuperação cirúrgica dos gametas nos testículos ou epidídimos podem obter espermatozoides viáveis para uso em ICSI.

Não. Em muitos casos de azoospermia é possível recuperar espermatozoides diretamente do epidídimo ou do testículo por procedimentos como PESA, MESA, TESA e micro-TESE, e utilizá-los em ICSI.

Saiba mais sobre Obtenção de espermatozoides

É realizado com sedação ou anestesia local, sem dor durante a coleta. No pós-operatório pode haver desconforto leve e inchaço local por poucos dias, controlados com medicação.

Saiba mais sobre Obtenção de espermatozoides

PESA e MESA coletam espermatozoides do epidídimo, por punção ou microcirurgia. TESA e micro-TESE coletam diretamente do tecido testicular, sendo a micro-TESE a mais precisa em casos de azoospermia não obstrutiva.

Saiba mais sobre Obtenção de espermatozoides

Sim. Quando há material suficiente, parte é criopreservada para uso em ciclos futuros, evitando novo procedimento cirúrgico.

Saiba mais sobre Obtenção de espermatozoides

A coleta pode ser feita no mesmo dia da captação dos óvulos ou previamente, com congelamento. A partir daí, o ciclo de FIV com ICSI segue o cronograma habitual.

Saiba mais sobre Obtenção de espermatozoides

As taxas de retorno de espermatozoides ao ejaculado são altas, especialmente quando a vasectomia foi feita há menos de dez anos. O tempo decorrido, a técnica da vasectomia original e a presença de anticorpos influenciam o resultado.

Saiba mais sobre Reversão de vasectomia

O espermograma de controle costuma ser solicitado entre dois e três meses após a cirurgia. A partir da confirmação de espermatozoides no ejaculado, as tentativas podem começar.

Saiba mais sobre Reversão de vasectomia

Depende do tempo de vasectomia, da idade da parceira e da avaliação da fertilidade feminina. Quando a reserva ovariana é reduzida ou a idade da parceira é mais avançada, a recuperação cirúrgica de espermatozoides com ICSI pode ser mais rápida e eficiente.

Saiba mais sobre Reversão de vasectomia

É um procedimento microcirúrgico realizado em centro cirúrgico, geralmente em regime de hospital-dia, com alta no mesmo dia e retorno às atividades leves em poucos dias.

Saiba mais sobre Reversão de vasectomia

Não. A cirurgia atua apenas no trajeto de transporte dos espermatozoides, sem interferir em ereção, ejaculação ou produção hormonal.

Saiba mais sobre Reversão de vasectomia

Não. O espermograma é um exame diagnóstico que avalia a amostra. A capacitação espermática é o preparo laboratorial da amostra, que separa e concentra os melhores espermatozoides para uso em inseminação ou FIV.

Saiba mais sobre Capacitação espermática

Abstinência sexual de dois a cinco dias antes da coleta. A amostra é colhida em sala reservada da clínica ou trazida em recipiente adequado, dentro do prazo orientado pela equipe.

Saiba mais sobre Capacitação espermática

Sim. Ao remover plasma seminal, células mortas e detritos, a capacitação aumenta a concentração de espermatozoides móveis e com boa morfologia disponíveis para a fertilização.

Saiba mais sobre Capacitação espermática

Sim. Em amostras com baixa concentração ou motilidade reduzida, a capacitação é essencial e, em casos mais graves, é complementada por ICSI.

Saiba mais sobre Capacitação espermática

Não. Muitos homens com espermograma normal apresentam fragmentação elevada do DNA espermático, o que explica parte dos casos de infertilidade sem causa aparente e de abortos de repetição.

Saiba mais sobre Fragmentação do DNA espermático

Em muitos casos, sim. Interrupção do tabagismo, controle de peso, tratamento de varicocele e infecções, redução da exposição ao calor e antioxidantes podem melhorar os índices em cerca de três meses.

Saiba mais sobre Fragmentação do DNA espermático

Não impede, mas reduz as chances e aumenta o risco de aborto. Estratégias como ICSI, seleção espermática avançada e coleta com curto intervalo de abstinência ajudam a contornar o problema.

Saiba mais sobre Fragmentação do DNA espermático

Por ejaculação em sala reservada da clínica, após dois a cinco dias de abstinência. O exame usa a mesma amostra, sem necessidade de procedimento invasivo.

Saiba mais sobre Fragmentação do DNA espermático

Doação de gametas e caminhos para a família

Sim. No Brasil, a doação de gametas é obrigatoriamente anônima: você não conhece a identidade do doador e ele não conhece a sua. A clínica mantém os registros sob sigilo, com acesso restrito à equipe médica.

Saiba mais sobre Sêmen de doador

A equipe faz a compatibilização de características fenotípicas (cor de pele, cabelo e olhos, altura, biotipo) e tipo sanguíneo com a paciente ou com o parceiro, quando houver.

Saiba mais sobre Sêmen de doador

Espermograma completo, sorologias para HIV, hepatites B e C, sífilis, HTLV, além de triagem genética e avaliação de histórico familiar, conforme as normas do Conselho Federal de Medicina e da Anvisa.

Saiba mais sobre Sêmen de doador

Sim. Pode ser usado em inseminação intrauterina, em fertilização in vitro convencional e em ICSI, conforme a indicação clínica de cada caso.

Saiba mais sobre Sêmen de doador

Casais com azoospermia ou alterações seminais graves, casais de mulheres, mulheres solteiras e casais com risco de transmissão de doenças genéticas.

Saiba mais sobre Sêmen de doador

Sim. A doação de óvulos é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pela Resolução 2.320/2022. Deve ser voluntária, anônima e sem fins lucrativos. A Feliccità segue integralmente a legislação vigente.

Saiba mais sobre Doação e recepção de óvulos

Não. A identidade da doadora é mantida em sigilo, exceto quando a doadora for parente de até 4º grau de um dos receptores. Esse sigilo é garantido por norma do CFM e protege todas as partes envolvidas.

Saiba mais sobre Doação e recepção de óvulos

Sim. A mãe que gesta o bebê é reconhecida legalmente como mãe, independente da origem genética dos óvulos. O vínculo gestacional tem pleno reconhecimento jurídico no Brasil.

Saiba mais sobre Doação e recepção de óvulos

O tratamento exige que a parceira doadora tenha reserva ovariana adequada e que a parceira gestante tenha condições clínicas para gestar. A avaliação individual define se ambas estão aptas para os respectivos papéis.

Saiba mais sobre ROPA

Sim. O Conselho Federal de Medicina regulamenta o ROPA como técnica de reprodução assistida permitida para casais homoafetivos femininos. A Feliccità segue integralmente as normas do CFM para a realização do procedimento.

Saiba mais sobre ROPA

Do ponto de vista biológico, o bebê tem material genético da parceira doadora. Do ponto de vista legal, o registro de nascimento com as duas mães é garantido pela legislação brasileira. Recomendamos consultar um advogado de família para orientações jurídicas específicas.

Saiba mais sobre ROPA

O casal de homens conta com dois elementos: óvulos de doadora anônima e uma mulher que cede temporariamente o útero (cessão temporária de útero, sem qualquer remuneração). Os embriões são formados em laboratório com o sêmen de um ou dos dois parceiros e transferidos para o útero da cedente.

Saiba mais sobre Dupla paternidade

Não da mesma criança, mas é possível fertilizar parte dos óvulos com o sêmen de cada parceiro e transferir embriões dos dois em ciclos diferentes, ou até no mesmo ciclo, conforme avaliação médica.

Saiba mais sobre Dupla paternidade

Pela Resolução do Conselho Federal de Medicina, a cedente deve ser parente de até quarto grau de um dos parceiros. Casos fora desse grau de parentesco exigem autorização prévia do Conselho Regional de Medicina.

Saiba mais sobre Dupla paternidade

Não. A doação de óvulos no Brasil é anônima, voluntária e não remunerada. A equipe realiza a compatibilização de características fenotípicas e todos os exames de triagem exigidos.

Saiba mais sobre Dupla paternidade

Sim. A legislação brasileira permite o registro civil com o nome dos dois pais, sem indicação de mãe, mediante a documentação emitida pela clínica de reprodução assistida.

Saiba mais sobre Dupla paternidade

Pela Resolução do Conselho Federal de Medicina, a cedente deve ser parente consanguínea de até quarto grau de um dos pretendentes: mãe, irmã, avó, tia, sobrinha ou prima. Fora desse grau de parentesco, é necessária autorização prévia do Conselho Regional de Medicina.

Saiba mais sobre Útero solidário

Não. A cessão temporária de útero no Brasil é obrigatoriamente gratuita e voluntária, sem qualquer caráter lucrativo ou comercial. Os pretendentes custeiam apenas as despesas médicas do tratamento e da gestação.

Saiba mais sobre Útero solidário

Não. O embrião é formado com os óvulos e espermatozoides dos pretendentes (ou de doadores), então a cedente não contribui com material genético. Ela apenas gesta o bebê.

Saiba mais sobre Útero solidário

A criança é registrada em nome dos pretendentes, com base na documentação emitida pela clínica de reprodução assistida. A Feliccità orienta o casal sobre todos os documentos necessários.

Saiba mais sobre Útero solidário

Avaliação clínica e ginecológica completa, exames de sangue, sorologias, avaliação da cavidade uterina e avaliação psicológica, tanto dela quanto dos pretendentes.

Saiba mais sobre Útero solidário

Sim. A legislação brasileira e as resoluções do Conselho Federal de Medicina permitem que pessoas solteiras realizem tratamentos de reprodução assistida com gametas de doador anônimo.

Saiba mais sobre Parentalidade solo

A escolha é feita pela equipe médica com base em compatibilidade de características físicas e tipo sanguíneo. A doação é anônima: você não tem acesso à identidade do doador, e ele também não conhece a receptora.

Saiba mais sobre Parentalidade solo

Depende da sua reserva ovariana, idade e avaliação das trompas. Pode ser inseminação intrauterina com sêmen de doador ou fertilização in vitro, que tem taxas de sucesso maiores por ciclo.

Saiba mais sobre Parentalidade solo

Sim. Homens solteiros podem ser pais com doação anônima de óvulos e cessão temporária de útero por uma parente de até quarto grau, conforme as regras do CFM.

Saiba mais sobre Parentalidade solo

Não. A primeira consulta é de avaliação e informação. Você recebe o mapa completo do processo, custos e prazos, e decide o momento de começar.

Saiba mais sobre Parentalidade solo

Na Recepção de Óvulos da Parceira, uma das mulheres passa pela estimulação ovariana e doa os óvulos, que são fertilizados com sêmen de doador. Os embriões são transferidos para o útero da parceira, que gesta. Assim, as duas participam biologicamente da gestação.

Saiba mais sobre Caminhos para a família

Sim. As resoluções do Conselho Federal de Medicina garantem acesso às técnicas de reprodução assistida independentemente de estado civil ou orientação sexual, incluindo gestação por substituição em casos previstos na norma.

Saiba mais sobre Caminhos para a família

É uma conversa acolhedora e sem julgamento. A equipe entende a configuração da sua família, avalia clinicamente cada pessoa envolvida e explica o percurso jurídico e médico específico do seu caso.

Saiba mais sobre Caminhos para a família

Exames e diagnóstico

Em média, de dois a quatro exames por ciclo, iniciados por volta do décimo dia. O número varia conforme a resposta dos folículos e a regularidade do ciclo.

Saiba mais sobre Controle ultrassonográfico da ovulação

Não. O ultrassom transvaginal é rápido, bem tolerado e não exige preparo especial nem jejum. A maioria das pacientes relata apenas leve desconforto.

Saiba mais sobre Controle ultrassonográfico da ovulação

Sim. Identificar com precisão o período fértil orienta o melhor momento das relações, estratégia conhecida como coito programado, e também é essencial em ciclos de inseminação e FIV.

Saiba mais sobre Controle ultrassonográfico da ovulação

Sim, e nesses casos o exame é ainda mais útil, porque aplicativos e cálculos de calendário são pouco confiáveis em ciclos irregulares.

Saiba mais sobre Controle ultrassonográfico da ovulação

A histeroscopia diagnóstica é rápida e costuma ser bem tolerada, com desconforto semelhante a uma cólica. Nos casos cirúrgicos, o exame é feito com sedação, sem dor.

Saiba mais sobre Videohisteroscopia ginecológica

É frequentemente indicada antes da FIV, sobretudo após falhas de implantação ou quando o ultrassom sugere alterações na cavidade uterina, porque pólipos e sinéquias reduzem a chance de implantação.

Saiba mais sobre Videohisteroscopia ginecológica

O exame diagnóstico dura poucos minutos e permite retorno às atividades no mesmo dia. Em procedimentos cirúrgicos, o repouso costuma ser de um a dois dias.

Saiba mais sobre Videohisteroscopia ginecológica

Normalmente na primeira fase do ciclo, logo após a menstruação, quando o endométrio está mais fino e a visualização é melhor.

Saiba mais sobre Videohisteroscopia ginecológica

Cuidado integral

Não. Ginecologia, nutrição e apoio psicológico estão abertos a qualquer pessoa que queira cuidar da saúde reprodutiva, esteja ou não em tratamento de reprodução assistida na Feliccità.

Saiba mais sobre Cuidado integral

Sim. Alimentação equilibrada, controle de peso e manejo do estresse influenciam a resposta hormonal e a adesão ao tratamento. Por isso a Feliccità integra esses profissionais ao cuidado, e não como serviço à parte.

Saiba mais sobre Cuidado integral

Em alguns casos previstos pelas resoluções do Conselho Federal de Medicina, como doação de gametas e cessão temporária de útero, a avaliação psicológica é parte do protocolo. Nos demais, é uma escolha, sempre recomendada.

Saiba mais sobre Apoio psicológico

O manejo do estresse melhora a adesão ao tratamento, a comunicação do casal e a forma de lidar com resultados negativos, fatores que impactam a continuidade e a experiência da jornada.

Saiba mais sobre Apoio psicológico

As duas modalidades estão disponíveis. Muitos casais alternam sessões individuais e conjuntas conforme o momento do tratamento.

Saiba mais sobre Apoio psicológico

Sim. O acolhimento após perda gestacional ou ciclo sem sucesso é uma das principais indicações do atendimento.

Saiba mais sobre Apoio psicológico

Não. As consultas de ginecologia e pré-natal são abertas a qualquer pessoa que queira cuidar da saúde reprodutiva, esteja ou não em tratamento de reprodução assistida.

Saiba mais sobre Ginecologia e pré-natal

A recomendação geral é de uma consulta anual, com exames preventivos. Quem tem sintomas, quer engravidar ou está em acompanhamento de alguma condição pode precisar de retornos mais frequentes.

Saiba mais sobre Ginecologia e pré-natal

Sim. A equipe acompanha o pré-natal de gestações espontâneas e de gestações obtidas por reprodução assistida, com atenção especial ao primeiro trimestre e às gestações gemelares.

Saiba mais sobre Ginecologia e pré-natal

Depende da fase da vida e do objetivo. Em geral, exames preventivos, ultrassom transvaginal e avaliação hormonal. Para quem deseja engravidar, também a avaliação da reserva ovariana.

Saiba mais sobre Ginecologia e pré-natal

Sim. Resistência à insulina, excesso ou déficit de peso, deficiências de vitamina D, ferro e ácido fólico e inflamação crônica afetam a ovulação, a qualidade dos gametas e a receptividade endometrial.

Saiba mais sobre Nutrição para a fertilidade

O ideal é iniciar de dois a três meses antes do ciclo, tempo necessário para que as mudanças se reflitam na maturação dos óvulos e dos espermatozoides.

Saiba mais sobre Nutrição para a fertilidade

Não. A nutrição masculina impacta diretamente a qualidade seminal e a fragmentação do DNA espermático, então o acompanhamento do casal é recomendado.

Saiba mais sobre Nutrição para a fertilidade

Somente quando há indicação clínica, definida a partir dos exames. A suplementação é individualizada, sem protocolos genéricos.

Saiba mais sobre Nutrição para a fertilidade

Convênios e planos

A cobertura de FIV por planos de saúde no Brasil é limitada e varia conforme a operadora, o plano contratado e a indicação clínica. Recomendamos confirmar a cobertura com a sua operadora e com nossa equipe antes da consulta.

Atendemos Bradesco Saúde, Sul América, Unimed e SINAM, com algumas exceções de modalidades específicas. Consulte a página de Planos e Convênios para os detalhes atualizados.

Após a consulta e a definição do tratamento, nossa equipe auxilia na solicitação de autorização junto ao convênio, quando aplicável. Os documentos e prazos variam por operadora.

Sim. Como cada protocolo é personalizado, os valores são apresentados na consulta inicial, após a avaliação do seu caso, com transparência e sem compromisso de contratação.

Depende da operadora, do plano contratado e da indicação clínica. A cobertura de FIV por convênios médicos no Brasil ainda é limitada e varia muito caso a caso. Entre em contato com a Feliccità e com sua operadora para verificar antes da consulta.

Saiba mais sobre Planos e convênios

As condições de parcelamento são apresentadas durante a consulta, após a definição do protocolo de tratamento. Fale com nossa equipe para mais informações.

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Prof. Dr. Álvaro Pigatto Ceschin

Responsável técnico

Prof. Dr. Álvaro Pigatto Ceschin

CRM-PR 10060

Fundador da Feliccità, especialista em reprodução humana e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA).