Exames

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Controle Ultra-Sonográfico de Ovulação

Consiste de uma série de ultra-sonografias transvaginais, com o intuito de definir com precisão o período ovulatório. A primeira é usualmente realizada até o terceiro dia do início da menstruação.

Após o exame, é realizada uma consulta para determinar os medicamentos necessários e o dia da próxima ecografia. A partir de então, os exames são realizados a cada dois dias, sempre seguidos por uma consulta.

O controle continua até ser observada a ovulação. Em média são realizados de 4 a 6 exames.

Teste Pós-Coital

O teste pós-coital é realizado entre 4-12 horas após a relação sexual. É indicado para determinar se a dificuldade em gestar ocorre por uma dificuldade dos espermatozóides subirem através do colo uterino. O exame diagnostica a presença ou não de espermatozóides no muco cervical, e se os mesmos sobrevivem ou não a ele. É realizado no período ovulatório, determinado através do controle de ovulação.

A coleta é semelhante a uma coleta de preventivo. Realizado com ajuda de um espéculo vaginal, o material obtido é distribuído sobre uma lâmina de microscópio e então analisado. O resultado é informado no mesmo dia, cerca de 30 minutos após a coleta.

Videolaparoscopia Ginecológica

A videolaparoscopia é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo. Realizada em ambiente hospitalar, necessita de anestesia peridural e sedação. O abdome é insuflado com gás carbônico, causando uma distensão que permite a colocação do instrumental cirúrgico. A seguir , é realizado um corte de aproximadamente 1 cm na cicatriz umbilical. Por essa abertura, é colocada uma câmera de vídeo, e em seguida são realizados outros dois cortes pequenos, um logo acima da pube, outro na região lateral esquerda, em baixo ventre. Através desses outros cortes são introduzidas outras pinças com pontas delicadas para manipulação das estrutruras pélvicas.

Suas indicações são:

  • diagnóstico e tratamento de endometriose;
  • tratamento de cistos de ovário de diversas etiologias;
  • tratamento de doença inflamatória pélvica;
  • gestação ectópica;
  • liberação de aderências pélvicas;
  • retirada cirúrgica de alguns tipos de miomas;
  • salpingectomia e salpingoplastia;
  • laqueadura tubárea.

Pelo fato das cicatrizes serem pequenas, a recuperação é mais rápida do que em uma cirurgia convencional, onde há necessidade de cortes grandes na pelve. O internamento habitualmente ocorre por uma noite, eventualmente a paciente pode ser liberada no mesmo dia para repouso em casa. Devido ao gás que é insuflado, pode haver distensão abdominal leve ou mesmo dor irradiada para o ombro. A retomada das atividades ocorre entre 5 a 7 dias após o procedimento. Em uma semana são retirados os pontos da pele.

Videohisteroscopia Ginecológica

A videohisteroscopia é um procedimento que também ocorre em ambiente hospitalar. Após realização de anestesia, é introduzida uma câmera de vídeo através do colo uterino, permitindo explorar a cavidade uterina. Eventualmente pode ser realizada sem anestesia, para fins diagnósticos apenas.

É indicada nos seguintes casos:

  • retirada de miomas de localização submucosa ou pólipos endometriais;
  • avaliação de cavidade uterina prévia a um procedimento de in vitro;
  • avaliação e retirada de septos uterinos que possam estar dificultando uma gestação;
  • sangramento uterino anormal em qualquer faixa etárea que não tenha sido corrigido por outros métodos.

O procedimento é feito pela manhã e a paciente recebe alta habitualmente no mesmo dia. Pode ocorrer um sangramento vaginal devido à manipulação uterina. Geralmente no dia seguinte a paciente já pode trabalhar, porém essa liberação deve ser confirmada com seu médico, de acordo com a extensão do procedimento realizado. Não há pontos para serem retirados.