Outubro Rosa: Técnicas podem manter o sonho de ser mãe após o câncer de mama

Outubro Rosa: Técnicas podem manter o sonho de ser mãe após o câncer de mama

Para que o sonho de ser mãe não seja abandonado após a descoberta do tumor, a medicina reprodutiva poderá ajudar utilizando a tecnologia de congelamento de óvulos. Realizado tratamento cirúrgico/quimioterápico e vencida a batalha contra o câncer, a questão reprodutiva poderá ser revisada.

O câncer de mama é uma das doenças que mais atinge as mulheres em todo o mundo. O Ministério da Saúde, prevê para 2018, 59.700 novos casos em todo o Brasil. Muitas delas, ainda jovens ainda não tiveram suas famílias constituídas

O processo deve ser realizado antes de começar o tratamento contra o câncer, principalmente da quimioterapia. Se inicia com o estímulo através de medicamentos para que a mulher produza vários óvulos num mesmo ciclo menstrual. No dia em que estiverem maduros, ocorre a retirada dos óvulos por meio de um procedimento no Instituto e os mesmos serão congelados.

Uma outra alternativa seria de coletar os óvulos e fertiliza-los com sêmen de seu companheiro e congelar os embriões para serem utilizados após o termino do tratamento.

Dicas para tratar e prevenir estrias

Dicas para tratar e prevenir estrias

Fonte: Revista News – acessado em: 02/10/2018

Causadas pelo rompimento de fibras elásticas e colágenas da pele, as estrias aparecem quando há um estiramento do tecido em um curto período de tempo. Embora a ocorrência seja mais comum nas partes do corpo que armazenam mais gordura, as cicatrizes podem aparecer em qualquer região e, geralmente, está relacionada à fatores hormonais e genéticos, gravidez, aumento de peso e puberdade.  De acordo com Ingrid Peres, gerente cientifica e fisioterapeuta dermato-funcional da Onodera Estéticaa estria possui duas aparências: rosadas e esbranquiçadas.

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Tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens

Tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens

Fonte: Revista News: acessado em 27/09/2018

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens – ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma – chegando a 68.220 novos casos diagnosticados no país. Ao receberem o diagnóstico do câncer de próstata, muitos homens se questionam sobre as causas da doença e os possíveis tratamentos que podem ser seguidos. No começo, pelo fato dos sintomas serem silenciosos, o câncer de próstata é de difícil diagnóstico, já que a maioria dos pacientes apresentam indícios apenas nas fases mais avançadas da doença.

Segundo Dr. Andrey Soares, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, casos familiares de pai ou irmão com câncer de próstata, antes do 60 anos de idade, podem aumentar o risco em 3 a 10 vezes em relação à população em geral. “A neoplasia afeta somente os homens, já que é uma glândula que faz parte exclusivamente do aparelho reprodutor masculino. Parentes de primeiro grau com tumor de próstata, em idade jovem são fatores de risco. Em alguns casos, apesar de discutível, a má alimentação pode ser um fator que aumenta as chances da doença se desenvolver”, explica.

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O que toda mulher no climatério precisa saber

O que toda mulher no climatério precisa saber

Fonte: Revista News: acessado 20/09/2018

Se você tem 40 anos ou mais, atenção! Saiba que você pode estar entrando ou já entrou no climatério, período que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva da mulher. O climatério é uma transição importante na vida da mulher, que envolve mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais, mas que pode ser vivida com tranquilidade com cuidados especiais. “O climatério pode começar por volta dos 35-40 anos e se estender até a menopausa, ou seja, até a última menstruação da mulher, que fecha esse período. A confirmação ocorre se a mulher ficar 12 meses ininterruptos sem menstruar”, explica o ginecologista Dr. Edvaldo Cavalcante. “Apesar das situações que podem ocorrer, o mais importante é que a mulher se informe sobre o climatério e se prepare física e mentalmente para passar por essa transição. Felizmente, hoje é possível aliviar os sintomas e tratar os problemas que podem surgir no climatério, na menopausa e na pós-menopausa visando à melhora da qualidade de vida”, comenta Dr. Edvaldo. Veja agora os principais efeitos do climatério e como lidar com eles:

Fogachos: O fogacho é um problema vasomotor associado à queda do nível de estrogênio. A mulher pode sentir uma sensação repentina de calor no rosto e na parte de cima do tórax que se espalha pelo corpo. Há intensa transpiração e a pele pode ficar mais avermelhada devido à dilatação dos vasos. Em seguida, cerca de dois a quatro minutos, há uma queda rápida da temperatura, com sensação de frio ou de calafrios. Isso pode ocorrer várias vezes ao dia e durante a noite, o que pode causar insônia e afetar a qualidade de vida da mulher. Outras condições médicas, como doenças da tireoide, infecção, ou (raramente) câncer também produzem fogachos. Além disso, o uso de medicamentos como tamoxifeno para câncer, raloxifeno para osteoporose e alguns antidepressivos podem causar fogachos. Os fogachos geralmente aumentam com o estresse e podem estar associados a ansiedade e palpitações (batimentos cardíacos acelerados). A sensação inquietante que antecede um fogacho pode parecer um “ataque de pânico” em algumas mulheres.

Como lidar: A terapia de reposição hormonal (TRH) é o tratamento mais efetivo para gerenciar os fogachos. Entretanto, nem todas as mulheres tem indicação para repor hormônios. Assim, para aquelas que não podem, recomenda-se praticar atividades físicas, técnicas de relaxamento, adotar uma dieta balanceada e procurar manter o corpo fresco durante o dia e enquanto dorme.

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