Da FIV à maternidade: uma história de persistência
Conheça um caso de FIV acompanhado pelo Dr. Nathan na Feliccità, entre investigação, transferências embrionárias e a chegada de uma filha.

Algumas histórias atravessam diferentes etapas até a chegada de um filho. Este caso de Fertilização in Vitro (FIV) acompanhado pelo Dr. Nathan Ichikawa Ceschin começou em 2022, quando uma paciente de 38 anos procurou atendimento após uma perda gestacional. Entre investigação, reprodução assistida e novas tentativas, o casal construiu uma trajetória marcada por decisões individualizadas e acompanhamento próximo.
Hoje, eles vivem um novo capítulo dessa história.
O início do acompanhamento
Quando o casal chegou ao consultório, em 2022, a paciente tinha 38 anos e histórico de uma perda gestacional.
A primeira etapa foi compreender o cenário clínico. O Dr. Nathan realizou a avaliação do casal, analisou os exames disponíveis e definiu, junto aos pacientes, uma estratégia inicial.
O primeiro tratamento escolhido foi a inseminação artificial.
O procedimento resultou em uma gestação. No entanto, ocorreu uma nova perda gestacional.
Diante da recorrência, o caso precisava ser reavaliado.
Mesmo sem um exame específico que explicasse sozinho as perdas, a equipe decidiu ampliar a investigação e discutir novas possibilidades de tratamento.
Foi nesse momento que a Fertilização in Vitro (FIV) passou a fazer parte do planejamento.
Quando a FIV entrou no tratamento
A decisão de avançar para a FIV permitiu desenvolver uma nova estratégia para o casal.
Durante o tratamento, foram obtidos óvulos, realizada a fertilização e acompanhada a formação dos embriões.
No caso desse casal, também foi utilizada a análise genética pré-implantacional dos embriões como parte da estratégia definida pela equipe médica.
Ao final dessa etapa, três embriões foram classificados como euploides, ou seja, apresentaram o número esperado de cromossomos na análise realizada.
Esse resultado permitiu planejar as próximas transferências embrionárias.
Entenda como funciona a FIV na Feliccità
O primeiro embrião transferido
A primeira transferência trouxe inicialmente uma notícia positiva: o exame de beta-hCG apresentou resultado positivo.
Entretanto, a evolução da gestação não ocorreu como esperado.
Posteriormente, foi identificada uma gestação anembrionada, caracterizada pelo desenvolvimento do saco gestacional sem a evolução adequada do embrião.
Era a terceira perda gestacional vivida pelo casal.
Nesse momento, o acompanhamento precisou considerar não apenas os próximos passos do tratamento, mas também o tempo necessário antes de uma nova tentativa.
A equipe revisou protocolos e exames antes de prosseguir.
Esse cuidado é especialmente importante porque um tratamento de reprodução assistida não deve seguir uma fórmula única. Cada decisão depende do histórico e das características clínicas de cada paciente.
A segunda transferência embrionária
Depois do período de espera e da revisão do planejamento, o casal estava preparado para realizar uma segunda transferência.
Dessa vez, a evolução foi diferente.
Primeiro veio o beta-hCG positivo. Depois, os exames demonstraram a evolução da gestação.
O acompanhamento continuou durante os meses seguintes, e o Dr. Nathan teve a oportunidade de permanecer próximo ao casal durante a gravidez.
A história que havia começado com investigação, perdas gestacionais e diferentes estratégias de tratamento chegou ao nascimento de uma menina.
Para o médico, a participação nesse momento ganhou ainda outro significado: além de acompanhar o tratamento de reprodução humana, ele pôde seguir com o casal durante a gestação e participar do nascimento.
Hoje, a família está com a filha nos braços.
Uma nova surpresa aos 42 anos
A história, entretanto, ganhou um novo capítulo.
A paciente ainda possuía um terceiro embrião e, aos 42 anos, o casal começou a conversar com a equipe sobre a possibilidade de uma nova transferência.
Durante essa preparação, algo chamou a atenção: a menstruação não havia ocorrido como esperado.
Foram solicitados novos exames.
Foi então identificada uma nova gestação, desta vez espontânea, sem um tratamento de reprodução assistida específico para essa gravidez.
No momento do relato do Dr. Nathan, a paciente estava com quase 20 semanas de gestação e apresentava boa evolução.
Trata-se de uma característica particular deste caso. Uma gravidez espontânea aos 42 anos pode acontecer, mas esse relato individual não representa a probabilidade de gestação para outras mulheres na mesma idade.
A fertilidade feminina sofre alterações ao longo dos anos. Por isso, idade, histórico reprodutivo e condições individuais precisam ser considerados em qualquer planejamento.
O que essa história ensina sobre reprodução assistida?
Um dos pontos mais importantes deste caso é que a trajetória não aconteceu em linha reta.
Houve investigação, inseminação artificial, perdas gestacionais, FIV, análise embrionária e duas transferências. Posteriormente, surgiu uma nova gestação espontânea.
Cada etapa levou a uma nova avaliação.
Esse é um princípio importante da reprodução humana assistida: tratamentos e protocolos precisam ser definidos de acordo com cada história clínica.
O resultado de um casal também não pode ser utilizado para prever o resultado de outro.
Na clínica Feliccità, em Curitiba, o planejamento começa pela compreensão do histórico dos pacientes e das possibilidades existentes para aquele caso.
Uma lembrança que ficou no consultório
Existe ainda um detalhe que transformou essa história em uma lembrança presente no cotidiano do Dr. Nathan.
Ao receber alta da primeira gestação, o casal o presenteou com uma caneca, que permanece até hoje em seu consultório.
Mais do que um presente, tornou-se uma recordação da trajetória construída entre médico e pacientes: das primeiras consultas ao nascimento da filha e, agora, à expectativa pela chegada de mais um bebê.
Para quem trabalha com reprodução humana, algumas histórias permanecem mesmo depois que o tratamento termina.
E essa é uma delas.
Fertilização in Vitro em Curitiba
Casais com dificuldade para engravidar ou histórico de perdas gestacionais podem precisar de investigações diferentes. A indicação de FIV, inseminação ou outras estratégias depende da avaliação médica.
A Feliccità atua em reprodução humana em Curitiba, com acompanhamento individualizado desde a investigação até os tratamentos de reprodução assistida.
Conhecer o caso é sempre o primeiro passo para compreender quais possibilidades fazem sentido.




