Algumas decisões não começam na urgência, mas na consciência. A história da Ianaê é um exemplo disso. Hoje, aos 31 anos, estabilizada, casada e conciliando dois empregos, ela compartilha uma escolha que fez aos 28 — em um momento de muitas dúvidas sobre o futuro, mas de muita clareza sobre seus sonhos.
Naquela época, Ianaê ainda morava no Brasil e avaliava possibilidades profissionais dentro e fora do país. Pensava em ingressar no doutorado, considerava viver na Espanha ou em outro país da Europa e não tinha certeza de onde construiria sua carreira. Em meio a tantas decisões, surgiu uma reflexão importante: como preservar a possibilidade de ser mãe no futuro?
Foi então que decidiu realizar o congelamento de óvulos.
Uma decisão estratégica em um momento ideal
Aos 28 anos, Ianaê estava em uma fase considerada biologicamente favorável do ponto de vista reprodutivo. Mesmo sem saber quando desejaria engravidar, entendeu que poderia preservar suas chances de maternidade naquele momento.
O ciclo foi realizado no Feliccità Instituto de Fertilidade, com acompanhamento do Dr. Álvaro e do Dr. Nathan. Para ela, foi mais do que um procedimento médico — foi um marco de responsabilidade com o próprio futuro.
Como ela mesma relata, os óvulos congelados hoje representam uma possibilidade construída pela “Ianaê do passado” para uma “Ianaê de 35, 36 ou 37 anos”. Uma escolha que oferece liberdade para que outras decisões — acadêmicas, profissionais e pessoais — sejam feitas sem a pressão do tempo biológico.
O que é o congelamento de óvulos e por que a idade importa?
O congelamento de óvulos, ou criopreservação de oócitos, é um procedimento realizado após uma estimulação ovariana controlada. Os óvulos são coletados por punção e, em seguida, preservados por uma técnica moderna chamada vitrificação, que mantém suas características celulares intactas para uso futuro em um tratamento de fertilização in vitro (FIV).
Um dos principais fatores que influenciam os resultados é a idade em que o congelamento é feito. A partir dos 35 anos, ocorre uma redução progressiva da quantidade e da qualidade dos óvulos. Por isso, congelar em uma idade mais jovem permite preservar o potencial reprodutivo daquele momento.
No caso da Ianaê, a decisão aos 28 anos representou uma estratégia consciente: guardar a qualidade reprodutiva de uma fase favorável para utilizá-la quando desejar.
Planejamento reprodutivo e autonomia feminina
O congelamento de óvulos tem sido cada vez mais procurado por mulheres que desejam planejar a maternidade com mais liberdade. Seja por construção de carreira, mudanças de país, ausência de parceiro(a) ou simplesmente por não se sentirem prontas naquele momento, a criopreservação se torna uma ferramenta de autonomia.
No Feliccità, cada paciente passa por avaliação individualizada, com exames hormonais, ultrassonografias seriadas e acompanhamento médico próximo. O protocolo é personalizado, respeitando as particularidades de cada história.
Mais do que técnica, o processo envolve escuta, orientação clara e segurança clínica, permitindo que a decisão seja tomada com informação e tranquilidade.
Cuidar do futuro começa no presente
Ao compartilhar sua experiência, Ianaê reforça uma mensagem importante: congelar óvulos ainda em idade reprodutiva favorável é uma forma de ampliar possibilidades. Não se trata de adiar sonhos, mas de protegê-los.
O planejamento reprodutivo permite que escolhas profissionais e pessoais sejam feitas com mais tranquilidade, sem que o tempo biológico seja o único determinante.
Se você tem dúvidas sobre sua fertilidade ou deseja entender melhor o congelamento de óvulos, conversar com uma equipe especializada pode ser o primeiro passo. A clínica Feliccità está preparada para orientar cada mulher com ciência, ética e sensibilidade — porque cada história merece ser planejada com cuidado e responsabilidade.


