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“Descobri uma baixa reserva ovariana aos 25 anos”: a história de uma paciente da Feliccità

Receber o diagnóstico de baixa reserva ovariana ainda jovem pode trazer muitas dúvidas, inseguranças e medo sobre o futuro. Embora essa condição nem sempre signifique infertilidade, ela pode reduzir o tempo disponível para engravidar e tornar o planejamento reprodutivo ainda mais importante.

O diagnóstico precoce permite que cada mulher conheça suas possibilidades, converse com um especialista e tome decisões com mais segurança, seja para tentar uma gestação naquele momento ou para preservar sua fertilidade por meio do congelamento de óvulos.

Na Feliccità, acompanhamos diariamente histórias de mulheres que descobriram sua fertilidade a tempo. E algumas delas acabam nos ensinando muito mais do que qualquer artigo científico.

A seguir, você conhecerá a história da Mayara, colaboradora da Feliccità, que descobriu uma baixa reserva ovariana aos 25 anos. Hoje, ela compartilha sua experiência para mostrar como um diagnóstico precoce pode transformar uma vida.

Conheça a história da Mayara, contada por ela mesma.

Antes de acolher histórias, eu vivi a minha.

Quando entrei para a Feliccità, jamais imaginei que minha própria história mudaria tão rapidamente.

Eu tinha 25 anos. Estava começando uma nova fase profissional, queria voltar para a faculdade e, como muitas mulheres, acreditava que ainda tinha tempo para pensar na maternidade.

Foi durante uma ultrassonografia de rotina que o Dr. Nathan percebeu que havia algo diferente e solicitou um exame de hormônio anti-mülleriano. Dias depois, recebi o diagnóstico de baixa reserva ovariana.

Lembro exatamente de onde eu estava quando abri aquele resultado. Sozinha, voltando para casa. Naquele momento, parecia que um buraco tinha se aberto diante de mim.

Vieram o medo, a insegurança e muitas perguntas.

Será que vou conseguir ser mãe? Ainda tenho tempo? O que eu faço agora?

Não era o momento de engravidar. Eu estava construindo minha carreira, queria voltar para a faculdade e ainda tentava entender tudo o que aquele diagnóstico significava.

Foi então que o Dr. Nathan, com toda a calma e humanidade que sempre teve, me explicou minha situação. Conversamos diversas vezes. Ele me apresentou as possibilidades e, mais do que isso, me deu algo que eu precisava muito naquele momento: segurança.

Foi nesse período que deixei de enxergar apenas o lado administrativo da reprodução assistida. Pela primeira vez, senti na pele o que tantas pacientes sentem: a angústia, as dúvidas e o medo de tomar uma decisão.

Minha decisão foi congelar óvulos. Ainda não era o momento de engravidar, mas eu queria preservar essa possibilidade para o futuro. Entreguei meus planos nas mãos de Deus e segui em frente.

Antes mesmo de iniciar esse processo, minha história tomou um rumo que eu nunca imaginei.

No dia 7 de agosto, com apenas um dia de atraso menstrual, resolvi fazer um teste de gravidez.

Quando vi o resultado positivo, fiquei sem acreditar. Passei o dia inteiro tentando entender o que estava acontecendo.

Quando contei ao Dr. Nathan, ele sorriu, me abraçou e disse uma frase que nunca mais saiu da minha memória:

“Essa foi a resposta das nossas orações.”

Desde menina, eu dizia que, se um dia tivesse um filho, queria que fosse um menino e que se chamaria Augusto.

Hoje, o Augusto é a maior alegria da minha vida. Sou profundamente grata por ter encontrado o Dr. Nathan e toda a equipe da Feliccità, que me acolheu, me orientou e caminhou ao meu lado em um dos momentos mais difíceis da minha vida.

Mas, olhando para trás, percebo que o maior presente daquele período não foi apenas o desfecho da minha história. Foi ter recebido um diagnóstico a tempo.

Eu tinha apenas 25 anos e jamais imaginei descobrir uma baixa reserva ovariana naquela fase da vida. Talvez, se esse diagnóstico tivesse vindo apenas anos depois, quando eu decidisse tentar engravidar, minhas possibilidades fossem diferentes.

Por isso, se existe uma mensagem que eu gostaria de deixar para toda mulher, é essa: conheça a sua fertilidade. Converse com um médico de confiança, faça seus exames e entenda as suas possibilidades. Nem sempre podemos escolher quando a vida vai mudar os nossos planos, mas podemos nos preparar melhor quando temos informação. Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença.

Minha história não é igual à de todas as mulheres. Cada sonho tem seu próprio tempo e cada família encontra o seu caminho de uma forma diferente.

Hoje, continuo acolhendo mulheres que chegam à Feliccità carregando os mesmos medos e as mesmas dúvidas que um dia também foram minhas.

Porque, antes de cuidar de tantas mulheres, um dia eu também precisei ser cuidada.

O que podemos aprender com essa história?

A história da Mayara nos lembra que conhecer a própria fertilidade é um ato de cuidado. A baixa reserva ovariana pode acontecer mesmo em mulheres jovens e, muitas vezes, não apresenta sintomas. Por isso, o acompanhamento ginecológico e a avaliação da reserva ovariana, quando indicada pelo especialista, podem fazer toda a diferença no planejamento reprodutivo.

Cada mulher tem uma história única e não existe uma única decisão certa. Algumas optam por tentar engravidar naquele momento, outras escolhem preservar a fertilidade por meio do congelamento de óvulos. O mais importante é que essa escolha seja feita com informação, acolhimento e acompanhamento médico.

Quando procurar um especialista?

Se você deseja entender melhor sua fertilidade, está planejando adiar a maternidade ou tem dúvidas sobre sua reserva ovariana, converse com uma equipe especializada.

Na Feliccità, em Curitiba, unimos ciência, tecnologia e cuidado humanizado para ajudar cada paciente a encontrar o melhor caminho para realizar o sonho de formar uma família.

Agende sua consulta e conheça suas possibilidades. O primeiro passo é a informação.

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