Falar sobre fertilidade nem sempre faz parte dos planos — até que a vida pede uma pausa, um exame, uma resposta. Foi assim com Aline Duarte Marcondes, que decidiu olhar com mais cuidado para o próprio futuro reprodutivo e encontrou, nesse processo, não apenas um diagnóstico, mas também possibilidades.
A história da Aline é um exemplo real de como o acesso à informação, o acompanhamento médico e o acolhimento certo podem transformar decisões difíceis em caminhos possíveis.
O primeiro passo: investigar, sem urgência — mas com consciência
Já na casa dos 30 anos, Aline não tinha planos imediatos de engravidar. Como muitas mulheres, evitava a gravidez e acreditava que essa decisão poderia ser revista mais adiante. Trabalhando no Feliccità Instituto de Fertilidade, ela passou a observar de perto histórias de mulheres da sua faixa etária em busca de ajuda para engravidar — e isso despertou um questionamento importante: “Como está a minha fertilidade hoje?”
O que parecia apenas uma checagem de rotina trouxe uma descoberta delicada: baixa reserva ovariana. A partir dali, a fertilidade deixou de ser um tema distante e passou a exigir escolhas conscientes.
Decidir não é simples — mas ter opções muda tudo
Diante do diagnóstico, Aline se viu em uma encruzilhada comum a muitas mulheres: preservar a fertilidade ou tentar engravidar naquele momento? Primeiro, veio a tentativa espontânea, por seis meses, sem sucesso. Depois, dois ciclos de tratamentos de baixa complexidade, que também não evoluíram como o esperado.
Apesar das frustrações, algo fez diferença durante todo o processo: a clareza de que ainda havia caminhos possíveis. Como ela mesma relata, saber que existiam opções foi essencial para seguir em frente com segurança emocional.
A importância do acolhimento em um momento frágil
Ao avançar para a coleta de óvulos, Aline passou por um processo intenso — físico e emocionalmente. Dos óvulos coletados, dois embriões foram formados. A primeira transferência não resultou em gestação. Já a segunda trouxe o resultado tão aguardado.
Hoje, Aline é mãe de uma menina de um ano e oito meses.
Mais do que a técnica, ela destaca algo fundamental: o acolhimento da equipe. Em suas palavras, esse cuidado humano foi determinante para atravessar um momento tão sensível da vida. Quando a vulnerabilidade aparece, não é apenas de ciência que se precisa — mas de presença, escuta e acompanhamento contínuo.
Uma mensagem para outras mulheres
Se Aline pudesse deixar um conselho, ele seria direto e generoso: não adie o cuidado com a sua fertilidade. Quanto antes a mulher busca informação e apoio especializado, maiores são as chances de preservar possibilidades para o futuro.
O processo pode ser desafiador. Há medos, dores e incertezas. Mas, como ela mesma resume: “Eu não me arrependo. O processo é dolorido, mas a gente vence no final.”
Se a história da Aline despertou reflexões sobre o seu momento de vida, saiba que você não precisa ter todas as respostas agora. O primeiro passo pode ser simplesmente conversar, entender o seu corpo e conhecer as possibilidades com calma e acolhimento.
A equipe do Feliccità Instituto de Fertilidade está pronta para te ouvir, orientar e caminhar ao seu lado, respeitando o seu tempo e as suas escolhas.
👉 Entre em contato e agende uma consulta. Cuidar da sua fertilidade hoje é um gesto de carinho com o seu futuro.

