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Escape, dor pélvica e mais 5 sintomas sutis de adenomiose, doença uterina silenciosa

A adenomiose é uma doença caracterizada pela invasão de pedaços do endométrio, camada que reveste o útero, no miométrio, a camada muscular do órgão. Mais comum em mulheres entre 35 e 50 anos, a condição pode prejudicar muito a qualidade de vida e até dificultar a gravidez.

Existem dois tipos de adenomiose: a focal, que surge sob a forma de “caroços” na junção do miométrio com o endométrio, muito parecidos com miomas, e a difusa, em que há focos de endométrio espalhados por toda a musculatura uterina, aumentando o tamanho do útero.

Sintomas de adenomiose

  • Aumento e/ou prolongamento do fluxo menstrual, que vem com coágulos
  • Sangramento fora do período menstrual (escape)
  • Cólicas intensas
  • Aumento do tamanho do útero
  • Dor pélvica
  • Dores durante o sexo
  • Dificuldade em engravidar

 

Causas da adenomiose

As causas da doença não são completamente conhecidas, mas entre as hipóteses, há traumas uterinos que levam ao rompimento do tecido que divide o endométrio e o miométrio, formação irregular do útero ou mesmo influência de hormônios.

Os fatores de risco relacionados à adenomiose são: menstruação excessiva e com cólicas, menarca precoce e traumas uterinos, como cesariana.

Adenomiose: diagnóstico e tratamento

O diagnóstico de adenomiose pode ser obtido através da investigação do histórico da paciente, avaliação dos sintomas e por exames, como ultrassom transvaginal e ressonância magnética. A confirmação definitiva, porém, só surge após o teste anatomopatológico, que consiste na retirada e análise de uma amostra de tecido do útero.

O tratamento considerado definitivo para a doença é a cirurgia de retirada do útero, mas como o procedimento não é indicado para mulheres que ainda pretendem engravidar, a condição pode ser tratada com medicamentos que amenizam os sintomas e melhoram a qualidade de vida da paciente.

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Fonte: Vix

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