Posso congelar meus óvulos para usar mais tarde se não estiver doente?

Por que eu gostaria de congelar meus óvulos?

À medida que as mulheres envelhecem, elas podem encontrar dificuldade em engravidar e conceber um bebê saudável. As mulheres nascem com aproximadamente 1-2milhões de óvulos. A maioria dos óvulos morre naturalmente (assim como perdemos pele e células ciliadas todos os dias). Quando uma menina atinge a puberdade, ela fica com aproximadamente meio milhão de óvulos. Àmedida que ela envelhece, especialmente quando entram em meados ou no final dos 30 e 40 anos, os óvulos desaparecem mais rapidamente. Além disso, os óvulos que permanecem podem ser menos capazes delevar a uma gravidez saudável devido aos efeitos (normais retirar)da idade na qualidade do óvulo.

Biologicamente, é mais fácil engravidar antes dos 30 anos.No entanto, por motivos profissionais, sociais ou de saúde,uma mulher pode não estar pronta para engravidar naquele momento podendo adiar ter um filho até a oportunidade adequada para ela. Compreendendo o efeito da idade (normal retirar) sobre a fertilidade futura, essas mulheres podem buscar tratamentos para remover e congelar os óvulos e guarda-los para uso potencial no futuro.

 

O que envolve o congelamento dos óvulos?

 

O processo real de tratamento é semelhante à primeiraparte do processo de fertilização in vitro (IVF) usado para tratar alguns pacientes com infertilidade. Resumidamente, uma mulher realizaria de 10 a 12 dias de injeções diárias para fazer com que um grupo de seus óvulos amadurecesse se desenvolvesse. Durante este tempo, os níveis de sangue e ultrassom serão feitos para acompanhar sua resposta aos medicamentos. Para remover os óvulos maduros,a mulher passaria por um breve procedimento ambulatorial, que dura de 15 a 30 minutos, geralmente sob anestesia local, ou sedação, para coletar os óvulos. Uma vez removidos e inspecionados por um cientista treinada – um embriologista – os óvulos utilizáveis podem ser congelados por longos anos.

 

Os meus óvulos congelados garantirão um futuro bebê?

 

Não. Mesmo em mulheres mais jovens (ou seja, <38 anosde idade), a chance de um óvulo congelado produzir um bebê no futuro é de aproximadamente de 2 a 12%. À medida que as mulheres envelhecem e a qualidade do óvulo diminui, a taxa de gravidez por óvulo congelado cai ainda mais.

 

Existe um corte de idade após o qual eu não deveriacongelar os óvulos?

 

Antes de iniciar um ciclo de congelamento, uma mulher precisa conversar com um especialista em fertilidade (esterileuta) que oferecerá testes de triagem (exame de sangue e ultrassom) para determinar se o congelamento de óvulos é apropriado para ela.Cada mulher é diferente em relação aos efeitos da idade em sua fertilidade, tenha em mente; algumas mulheres no início dos anos 40 não sofrem infertilidade. No entanto, a maioriados especialistas concorda que o congelamento eletivo de óvulos é mais bem sucedido em mulheres com menos de 38 anos de idade.

 

Se eu tenho óvulos congelados, isso significa que posso adiar começar a ter uma família até eu ficar muito mais velha?

 

É importante entender que os óvulos criopreservados não são garantia de um bebê futuro, uma mulher deve começar a tentar conceber assim que ela se sentir “pronta” e capaz. Uma preocupação é que uma mulher pode ter uma sensação de “falsa segurança” se ela congelar os óvulos. Ela pode atrasar suas tentativas de conceber até que seja muito mais velha; enquanto ela poderia ter começado a tentar a engravidar em uma idade mais precoce, com maior sucesso, se ela não tivesse óvulos congelados em primeiro lugar. Além de pensar nas taxas de sucesso do uso de óvulos congelados, as mulheres também devem entender os potenciais riscos médicos e as preocupações psicossociais dos pais em uma idade avançada. Muitos dos estudos mostrando gestações bem-sucedidas com óvulos congelados somente observaram mulheres que congelaram seus óvulos com seus 20 ou início dos 30 anos.Outra preocupação entre os especialistas em fertilidade é que essas taxas de gravidez não serão tão elevadas para as mulheres que tentam congelar óvulos no final de seus 30 anos ou no início de seus 40 anos.

 

O meu plano de saúde cobrirá o congelamento de óvulos?

 

A maioria dos planos de saúde não cobre o congelamento eletivo de óvulos. No entanto, para pacientes com alto risco de menopausa prematura (menopausa antes de 40) – ou seja, pacientes prestes a sofrer determinados tratamentos contra o câncer — alguns planos podem oferecer cobertura parcial ou completa.

 

Quais os custos envolvidos?

Os custos podem ser divididos em 3 fases amplas:

  • Consulta, medicação, recuperação de óvulos;
  • Armazenamento de óvulos até o uso (geralmente uma taxa anual);
  • Descongelamento com Fertilização “in vitro” e transferência dos embriões para o útero afim de tentar engravidar.

 

Pontos-chave:

  • Uma mulher que não está pronta para ter um bebê pode escolher congelar os óvulos para tentar preservar sua habilidade de ter um bebê mais tarde;
  • O congelamento de óvulos não é uma garantia de poder ter um bebê mais tarde;
  • Nem todas são candidatas ao congelamento de óvulos;
  • O congelamento de óvulos normalmente funciona melhor para aquelas em seus 20 anos até o início dos 30 anos e geralmente não é recomendado para mulheres com mais de 38 anos.

 

Fonte: Criado em 2014 pela ASRM(American Society for Reproductive Medicine)

Dia de Ação de Graças

Esta data faz referência à época das colheitas e significa o agradecimento pelas coisas boas que passaram durante o ano.

A origem vem do século 16, em Plymouth Colony, Massachusetts, os habitantes da vila realizaram uma festa para comemorar a colheita dos alimentos daquele ano. Tudo isso porque passaram por invernos muito rigorosos.

Em 1621, a fim de repetir o agradecimento pelas colheitas, o governador da Vila organiza a Festa no outono, entre os colonos. Esse evento foi composto de vários pratos como milho, peixes, patos e principalmente perus.

Hoje celebramos vitórias depois de grandes lutas vividas durante o ano. Esta gratidão é a Deus, que sustenta o seu povo nas lutas da vida. Aqui na Feliccitá Instituto de Fertilidade, o Culto do dia Mundial de Ação de Graças é celebrado a mais de 20 anos, celebrando a benção e a vitória nos procedimentos realizados.

Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus. (I Tessalonicenssses 5:18).

Saiba porque a Osteoporose merece um Dia Mundial voltado para sua prevenção

O Dia Mundial da Osteoporose, comemorado em 20 de outubro, tem como objetivo conscientizar as pessoas da importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento da doença que atinge, principalmente, pessoas acima de 50 anos. Como um problema de saúde pública, já que há uma elevada taxa de morbidade e mortalidade decorrentes das fraturas osteoporóticas, é importante alertar e ensinar a população sobre quais as complicações que a Osteoporose traz e quais medidas preventivas podem ser tomadas.

Um dos principais motivos para se falar sobre a Osteoporose é que, como é uma doença esquelética sistêmica que diminui a resistência óssea, o paciente fica exposto a um risco aumentado de fraturas, além de sentir dor crônica, depressão e perda da independência.

Porém, mesmo sendo uma doença com tantas consequências graves, 80% das pessoas que tiveram pelo menos uma fratura osteoporótica não são diagnosticadas e nem recebem tratamento para a doença.
Seguem alguns dados que demonstram a importância na atenção à Osteoporose:

– Até 2050, a estimativa é que haverá um aumento na incidência mundial de fratura de quadril de 310% em homens e 240% em mulheres.

– Aproximadamente uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, acima de 50 anos, terão uma fratura decorrente da osteoporose.

– Ocorrem mais de 9 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose anualmente.

– A cada três segundos ocorre uma fratura osteoporótica no mundo.
Esse panorama pode ser mudado através do conhecimento e da conscientização sobre o assunto, assim como a adoção de medidas de prevenção, diagnóstico precoce e instituição de tratamentos adequados.  Pequenos atos podem fazer a diferença, como alimentação saudável e atividade física regular, principalmente durante a infância e adolescência, quando ocorre o desenvolvimento dos ossos.

Também é importante incentivar os indivíduos a reconhecer seus fatores de risco e a procurar serviços de saúde para realização de exames e instituição de tratamento, se houver necessidade.

CNE de Osteoporose – Fonte FEBRASGO

Como as tecnologias de reprodução assistida podem ajudar os casais com infertilidade sem uma causa aparente

Muitos casais com problemas de infertilidade conseguem engravidar com as tecnologias de reprodução assistida, que vem cada vez mais revolucionando o mundo em que vivemos. Quando aprofundamos a investigação em casais com este tipo de diagnóstico, quase sempre acabamos encontrando fatores que podem ser sanados, viabilizando uma gravidez.

A inseminação artificial, ou inseminação intra uterina, durante o período fértil da mulher seria uma alternativa válida. Esta tecnologia é indicada quando temos uma alteração no exame denominado de teste pós coital.

Na fertilização “in vitro” temos dados mais objetivos, principalmente quanto a qualidade dos óvulos obtidos, bem como dos embriões que serão transferidos.  Outro dado que devemos ficar atentos é na espessura e padrão do endométrio, a fina camada interna do útero onde o embrião ira fixar-se. Ele pode estar muito fino, ou espesso demais, ainda podemos perceber que ele não está em sincronia com o desenvolvimento folicular, definido como assincronia endometrial  –  que é quando para implantar o embrião, ele tem de chegar na cavidade uterina e encontrar o endometrio ideal que às vezes pode estar adiantado ou atrasado em relação a chegada do embrião, diminuindo suas chances de implantação.

Mesmo tendo um embrião morfologicamente normal, e um endométrio com espessura  adequada, o embrião poderá não implantar. Quando isso ocorre por 03 (três) vezes , a medicina define como falha de implantação embrionária.  Nestes casos podemos realizar algumas investigações mais aprofundadas tanto do embrião , quanto do endométrio.

Com relação ao embrião:

– Diagnostico pré implantacional(PGS).Procedimento preferencialmente realizada na fase de blastocisto,fase que o embrião atinge após 5 a 6 dias após a fecundação. Retira-se um fragmento do trofectoderma, uma biopsia de um grupo de células embrionárias, efetuando-se uma analise genética deste material por uma tecnologia denominada de NGS . Por meio dela verifica- se a existência,  ou não, de alguma alteração cromossômica do embrião antes que o mesmo  seja transferido para o interior da cavidade uterina.

Com relação à cavidade uterina e endométrio:

– Video histeroscopia – avaliação da cavidade uterina por meio de uma ótica que é acoplada a uma câmera de vídeo. Detecta-se de alterações morfológicas  como pólipos, sinéquias, endometrite. Além do diagnóstico, este método viabiliza o tratamento da alteração encontrada.

– ERA- exame realizado por meio de biopsia do endométrio .Existe uma série de gens que atuam na fixação ou não do embrião. O endométrio é classificado em não receptivo, pré- receptivo, receptivo e pós- receptivo. Isto viabiliza com que se transfira o embrião em um período onde ele terá maior chance de fixação

– Alterações imunológicas: células NK ou natural Killer podem estar ou não alteradas no endométrio. Isto pode ser detectada por meio de uma biopsia e analise específica. Em havendo uma alteração, pode-se utilizar alguns medicamentos que minimizam a ação deste tipo de células.

Mesmo com muitas dúvidas, a ciência reprodutiva tem avançado. Concordo com a frase de Marie Currie, uma cientista que ganhou por duas vezes o prêmio Nobel em Medicina “ Nada há na vida para temer, e sim para compreender. Estamos num tempo que devemos entender mais e assim temer menos”.

Biomarcadores emergentes para saúde reprodutiva oferecidos pela Ansh Labs

A maioria dos biomarcadores começam com uma aplicação específica, no entanto, conforme mais pesquisadores se envolvem no projeto, a gama de áreas aplicáveis aumenta significativamente. Inicialmente, o Hormônio Antimülleriano (HAM) foi usado na determinação de gênero neonatal em casos de genitália ambígua. Pouco depois, o HAM tornou-se muito popular para estimar a reserva ovariana. Nos últimos anos, o nível de interesse sobre a medição de AMH em pacientes portadoras da Síndrome do Ovário Policístico (SOP) aumentou substancialmente. Desde a primeira publicação sobre a SOP em dezembro de 2003, o número de estudos sobre HAM com SOP e menopausa aumentou substancialmente e deve exceder o número de publicações sobre reserva ovariana.

Pensando nisso, o destaque atual da Ansh Labs é o kit de teste de imunoensaio para função reprodutiva que contêm os hormônios antimülleriano (HAM), Inibina B, Inibina A, Ativina A, Folistatina entre outros da superfamília TGF-beta que envolvem a foliculogênese. Há estudos em andamento sobre tais hormônios com base em nossos ensaios, abrindo um debate que cresce cada vez mais rápido, relacionando as novas aplicações de diagnóstico dentro das áreas de ginecologia e oncologia. Nossas adições mais recentes a essa família de teste são a Folistina 3 e Ativina B, junto com os ainda em desenvolvimento, GDF-9 e BMP-15.

Apresentamos a seguir uma lista que discute os devidos papéis de tais hormônios nos vários estágios de diferentes questões:

Menopausa

O FSH é medido para diagnosticar a menopausa, isso ocorre por meio de uma análise feita na glândula pituitária que oferece uma medida indireta da reserva ovariana, tendo a possibilidade de haver alterações durante cada ciclo. Os hormônios produzidos pelo ovário servem como marcadores diretos da reserva ovariana. Os níveis da HAM e Inibina B reduzem conforme a menopausa se aproxima e diversos estudos relatam uma correlação entre o declínio do AMH e o início de complicações da menopausa.

Com a introdução do nosso picoHAM ELISA, os pesquisadores agora têm um ensaio sensível de HAM para obter a idade ovariana e a previsão do início da menopausa. Uma previsão exata do final do período menstrual será positivo para que médicos escolham uma terapia de substituição hormonal adequada para aliviar sintomas vasomotores, escolham a melhor adequação da interrupção de práticas de contracepção, façam recomendações quanto à medição de densidade mineral óssea (BMD) desde cedo para identificar pacientes com alto risco de perda óssea e com taxa hormonal acelerada, o que pode levar à osteoporose, identificar mulheres com menopausa precoce previne os riscos de câncer de mama, problemas cardiovasculares, derrame, entre outros doenças.

Falência Ovariana Prematura (FOP)

A Falência Ovariana Prematura ou FOP é definida como a perda da função dos ovários antes dos 40 anos. As causas variam entre defeitos nos cromossomos e toxicidade gonadal causadas pela quimioterapia. Para o diagnóstico da FOP, o HAM e as Inibinas podem ser usados, de forma aplicável, para descobrir a causa da menopausa precoce. Diversos estudam apontam a associação das mutações no BMP-15 e no GDF-9 à Falência Ovariana Prematura, embora ainda seja importante determinar de forma correta as concentrações de fluido folicular nessas proteínas.

Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

A Síndrome do Ovário Policístico ou SOP, é um distúrbio complexo do sistema endócrino com manifestações reprodutivas que alteram as funções metabólicas, cardiovasculares e psicológicas. Nossos objetivos incluem estabelecer a utilidade do HAM e outros marcadores de saúde ovariana novos para aplicações de pesquisa e clínicas na SOP, menopausa etc.

Acreditamos que o diagnóstico insuficiente da SOP seja um problema médico significativo. O histórico menstrual e a ultrassonografia, junto com marcadores de base sérica como testosterona e a proporção LH:FSH são usados atualmente para diagnosticar a SOP. No entanto, estes métodos ainda permitem erros e no máximo sugerem a presença desse problema. Os níveis de HAM são relatados em alta quantidade em pacientes com SOP e, em anos recentes, obtiveram uma atenção considerável como potencial ferramenta de diagnóstico. Há uma grande necessidade em se abordar estas limitações para melhorar a qualidade de vida das pacientes, da menarca à menopausa, encorajando o diagnóstico precoce da SOP com ensaios eficientes e normas de diagnóstico. É por isso que a Ansh Labs está trabalhando ativamente junto à vários influenciadores conhecidos para entender melhor este biomarcador e seu papel potencial relacionado à SOP.

Oncofertilidade

Diversos tipos de câncer e seus pesados tratamentos, afetam a saúde das gônadas, por isso, é importante preservar o futuro reprodutivo. Inúmeros estudos apontam para o potencial do HAM como um biomarcador de base sérica para avaliação das reservas ovariana em mulheres que venceram o câncer. A avaliação da reserva ovaria acontece pela medição dos níveis do HAM. Essa questão causa grande preocupação emocional e financeira para aqueles que sobreviveram aos males do câncer. É importante ressaltar que durante essas avaliações foi possível notar que as reservas ovarianas em algumas pacientes que sobreviveram ao câncer apresentou níveis de HAM muito baixos.

Vários estudos comparando imunoensaios de HAM mostram que os ensaios altamente sensíveis da Ansh Labs medem corretamente níveis de HAM que não são detectados por outros ensaios comerciais. A Ansh Labs também desenvolveu um ensaio de HAM que usa manchas de sangue seco, diferentemente de amostras convencionais de soro ou plasma. A estabilidade das amostras de manchas de sangue seco as torna uma alternativa prática ao sangue venoso. Ela abre novas possibilidades nos testes com HAM, como a comparação entre resultados atuais e históricos do paciente; amostragem de sangue simplificada para pacientes em locais remotos ou para aqueles restritos ao lar.

Tecnologia de Reprodução Assistida

O resultado do HAM na reprodução assistida vem sendo documentado há anos, inúmeros estudos mostram, por exemplo, a injeção com esperma intracitoplásmica para fertilização in vitro, (IVF/ICSI) sendo inserida na paciente. Estes mesmos estudos apontam a correlação entre o HAM e a eficácia no resultado do tratamento.

O HAM seminal é útil para selecionar pacientes inférteis para o tratamento com FSH recombinante, além de poder medir os níveis de HAM no sêmen para prever e analisar a taxade, podendo recuperar assim a motilidade do esperma em sêmen criopreservado em homens astenozoopérmicos.

Esse mesmo estudo demonstra que a Ativina A sérica pode ser usada como meio de marcação para apontar os resultados em gravidez concebida via IVF, isso ocorre pois é possível medir os níveis de Inibina B no fluido folicular que mostram a presença de oócitos e a proporção de Ativina A/Inibina B no fluido folicular relacionado ao número de oócitos recuperados. Esse estudo aponta que os níveis de Inibina B aumentaram gradualmente durante o procedimento de controle e hiperestimulção ovariana.