Mamas em risco durante o Pré-Natal

Mamas em risco durante o Pré-Natal

Fonte: News – acessado em: 06/11/2018

Um estudo traz uma realidade vivida por várias mulheres durante a gestação. Boa parcela das grávidas entrevistadas afirmou não ter sido examinada e também não ter recebido nenhum pedido de exame para as mamas. Para a Sociedade Brasileira de Mastologia – SBM – esses dados representam uma grande preocupação que merece a atenção das autoridades.

De acordo com o mastologista Dr. Anastasio Berrettini Jr., membro da SBM e autor do estudo, a pesquisa foi realizada em pacientes de 18 cidades da Região Bragantina, a 40 quilômetros de São Paulo, dentro da maternidade com gestantes e mulheres que acabaram de ganhar o bebê. “Além da maioria não ter a mama examinada, apenas 20% receberam orientações sobre a higiene das mamas, o que poderia diminuir as taxas de mastite (inflamação das mamas) durante a amamentação”, afirma o médico.

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Dicas para prevenção do câncer de mama

Dicas para prevenção do câncer de mama

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) informa que, entre todas os cânceres, o que mais atinge as mulheres é o de mama, devido a fatores hormonais. Quando detectado precocemente, pode ter boas chances de cura. Veja abaixo pequenas ações importantes para a prevenção, de acordo com João Bosco Ramos Borges, mastologista, ginecologista e obstetra da SOGESP.

  • Tenha uma dieta equilibrada: consumir frutas, verduras e legumes regularmente ajudam a manter a saúde em dia.
  •  Diminua o consumo de alimentos embutidos.
  • Pratique atividade física: além de manter o corpo saudável, traz bem-estar e disposição.
  • Evite beber álcool, mesmo em quantidade moderada.
  • Não fume. Além prejudicar os pulmões, cigarro aumenta o risco de câncer de mama.
  • Cuidado com o peso: a obesidade também aumenta o risco de desenvolver a doença.
  • Mulheres acima de 40 anos devem realizar a mamografia anualmente e ser examinada por um médico ginecologista ou mastologista.
  • Dependendo do caso, reposição hormonal pode aumentar o risco de câncer de mama, portanto mulheres na menopausa devem consultar um médico para obter informações.
  • Realizar o autoexame é sempre importante, mostrando autocuidado, autoconhecimento e pode até ajudar na descoberta de nódulos.
  • A exposição ao sol ajuda na produção de vitamina D e reduz os riscos de câncer. Mas cuidado, não fique exposta entre 10h e 16h.​

Fonte: Revista news – acessado: 01/11/2018

Outubro Rosa: Técnicas podem manter o sonho de ser mãe após o câncer de mama

Outubro Rosa: Técnicas podem manter o sonho de ser mãe após o câncer de mama

Para que o sonho de ser mãe não seja abandonado após a descoberta do tumor, a medicina reprodutiva poderá ajudar utilizando a tecnologia de congelamento de óvulos. Realizado tratamento cirúrgico/quimioterápico e vencida a batalha contra o câncer, a questão reprodutiva poderá ser revisada.

O câncer de mama é uma das doenças que mais atinge as mulheres em todo o mundo. O Ministério da Saúde, prevê para 2018, 59.700 novos casos em todo o Brasil. Muitas delas, ainda jovens ainda não tiveram suas famílias constituídas

O processo deve ser realizado antes de começar o tratamento contra o câncer, principalmente da quimioterapia. Se inicia com o estímulo através de medicamentos para que a mulher produza vários óvulos num mesmo ciclo menstrual. No dia em que estiverem maduros, ocorre a retirada dos óvulos por meio de um procedimento no Instituto e os mesmos serão congelados.

Uma outra alternativa seria de coletar os óvulos e fertiliza-los com sêmen de seu companheiro e congelar os embriões para serem utilizados após o termino do tratamento.

Dicas para tratar e prevenir estrias

Dicas para tratar e prevenir estrias

Fonte: Revista News – acessado em: 02/10/2018

Causadas pelo rompimento de fibras elásticas e colágenas da pele, as estrias aparecem quando há um estiramento do tecido em um curto período de tempo. Embora a ocorrência seja mais comum nas partes do corpo que armazenam mais gordura, as cicatrizes podem aparecer em qualquer região e, geralmente, está relacionada à fatores hormonais e genéticos, gravidez, aumento de peso e puberdade.  De acordo com Ingrid Peres, gerente cientifica e fisioterapeuta dermato-funcional da Onodera Estéticaa estria possui duas aparências: rosadas e esbranquiçadas.

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Tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens

Tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens

Fonte: Revista News: acessado em 27/09/2018

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de próstata é o segundo mais comum entre homens – ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma – chegando a 68.220 novos casos diagnosticados no país. Ao receberem o diagnóstico do câncer de próstata, muitos homens se questionam sobre as causas da doença e os possíveis tratamentos que podem ser seguidos. No começo, pelo fato dos sintomas serem silenciosos, o câncer de próstata é de difícil diagnóstico, já que a maioria dos pacientes apresentam indícios apenas nas fases mais avançadas da doença.

Segundo Dr. Andrey Soares, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, casos familiares de pai ou irmão com câncer de próstata, antes do 60 anos de idade, podem aumentar o risco em 3 a 10 vezes em relação à população em geral. “A neoplasia afeta somente os homens, já que é uma glândula que faz parte exclusivamente do aparelho reprodutor masculino. Parentes de primeiro grau com tumor de próstata, em idade jovem são fatores de risco. Em alguns casos, apesar de discutível, a má alimentação pode ser um fator que aumenta as chances da doença se desenvolver”, explica.

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O que toda mulher no climatério precisa saber

O que toda mulher no climatério precisa saber

Fonte: Revista News: acessado 20/09/2018

Se você tem 40 anos ou mais, atenção! Saiba que você pode estar entrando ou já entrou no climatério, período que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva da mulher. O climatério é uma transição importante na vida da mulher, que envolve mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais, mas que pode ser vivida com tranquilidade com cuidados especiais. “O climatério pode começar por volta dos 35-40 anos e se estender até a menopausa, ou seja, até a última menstruação da mulher, que fecha esse período. A confirmação ocorre se a mulher ficar 12 meses ininterruptos sem menstruar”, explica o ginecologista Dr. Edvaldo Cavalcante. “Apesar das situações que podem ocorrer, o mais importante é que a mulher se informe sobre o climatério e se prepare física e mentalmente para passar por essa transição. Felizmente, hoje é possível aliviar os sintomas e tratar os problemas que podem surgir no climatério, na menopausa e na pós-menopausa visando à melhora da qualidade de vida”, comenta Dr. Edvaldo. Veja agora os principais efeitos do climatério e como lidar com eles:

Fogachos: O fogacho é um problema vasomotor associado à queda do nível de estrogênio. A mulher pode sentir uma sensação repentina de calor no rosto e na parte de cima do tórax que se espalha pelo corpo. Há intensa transpiração e a pele pode ficar mais avermelhada devido à dilatação dos vasos. Em seguida, cerca de dois a quatro minutos, há uma queda rápida da temperatura, com sensação de frio ou de calafrios. Isso pode ocorrer várias vezes ao dia e durante a noite, o que pode causar insônia e afetar a qualidade de vida da mulher. Outras condições médicas, como doenças da tireoide, infecção, ou (raramente) câncer também produzem fogachos. Além disso, o uso de medicamentos como tamoxifeno para câncer, raloxifeno para osteoporose e alguns antidepressivos podem causar fogachos. Os fogachos geralmente aumentam com o estresse e podem estar associados a ansiedade e palpitações (batimentos cardíacos acelerados). A sensação inquietante que antecede um fogacho pode parecer um “ataque de pânico” em algumas mulheres.

Como lidar: A terapia de reposição hormonal (TRH) é o tratamento mais efetivo para gerenciar os fogachos. Entretanto, nem todas as mulheres tem indicação para repor hormônios. Assim, para aquelas que não podem, recomenda-se praticar atividades físicas, técnicas de relaxamento, adotar uma dieta balanceada e procurar manter o corpo fresco durante o dia e enquanto dorme.

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Inverno aumenta risco de meningite bacteriana infantil

Inverno aumenta risco de meningite bacteriana infantil

Fonte: Revista News – acessado 18/09/2018

Segundo a neuropediatra, Dra. Andrea Weinmann, no inverno é mais comum casos de meningites causadas por bactérias. Já as virais tendem a ser mais prevalentes no verão. “A meningite é um processo inflamatório das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença tem diferentes origens, mas as meningites infeciosas, que podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos e protozoários, são as mais comuns. A meningite, entretanto, pode também ser causada por doenças sistêmicas, como câncer ou lúpus, por exemplo ou ainda como consequência de certos medicamentos”, explica Dra. Andrea.

Crianças e idosos são principais vítimas
O risco de desenvolver uma meningite bacteriana é maior em crianças menores de cinco anos e em adultos com mais de 60 anos. Estima-se que em 75% dos casos, as vítimas são crianças com menos de cinco anos.

A meningite bacteriana é uma emergência médica, pois precisa de diagnóstico e tratamento imediatos para reduzir o risco de sequelas, como surdez e atrasos neuropsicomotores. Infelizmente, a taxa de mortalidade também é alta quando se trata de meningite bacteriana.

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Estilo de vida pode comprometer a fertilidade de mulheres e homens

Estilo de vida pode comprometer a fertilidade de mulheres e homens

Fonte: Noticias ao minuto – acessado 13/09/2018

As causas para a infertilidade entre homens e mulheres podem ser desde físicas como problemas de saúde (endometriose, síndrome dos ovários policísticos, oligospermia, varicocele, entre outras). Mas há muitos casos em que os problemas estão relacionados ao estilo de vida, como má alimentação e sedentarismo.

Em 2009, pesquisadores da Universidade de Harvard, criaram a Dieta da Fertilidade, que orientava a substituição dos carboidratos refinados, doces e café, por legumes, verduras, frutas e carnes magras.

Infertilidade e estilo de vida não-saudável

Élida Balero, 36, mãe de Ana Clara, 2 anos e 8 meses, tentou engravidar por oito anos, sofria da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e fazia tratamento com a ingestão de anticoncepcionais:

“Quando eu tomava o anticoncepcional, o problema sumia e quando eu parava, voltava. Parei totalmente de tomar o remédio e o médico me orientou para que eu continuasse tentando e que seria demorado, até porque meu ciclo menstrual não era regular por conta do problema”.

Élida fez muitas mudanças no estilo de vida, começou a se exercitar com moderação devido a problemas na coluna e mudou a alimentação: “Meu marido tinha feito exames e não tinha nenhum problema, como mudei a minha dieta, isso incentivou para que ele também mudasse”.

Após tanto tempo de tentativas, o médico encaminhou Élida para um cirurgião porque suspeitava que pudesse ter endometriose, a orientação foi a de que também procurasse um especialista em inseminação artificial:

“Quando fui marcar essa consulta para saber se eu tinha endometriose, descobri que estava grávida, não sei, pode ser que minha mudança de estilo de vida tenha influenciado. Depois de 8 anos de tentativa, finalmente realizei o sonho de ser mãe.”

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